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| SOS Stress |
| Sérgio Godinho |
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1991, 29 min.
Uma voluntária no apoio a pessoas em crise vai ao encontro de um dos seus pacientes que ameaça saltar de uma janela. Pelo caminho esbarra no carro de um amigo do potencial suicidário... uma comédia amarga e doce de percursos coincidentes.
Episódio da série “Ultimactos”.
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| Para Cá dos Montes |
| Joaquim Pinto |
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1993, 24 min.
Uma das melhores curtas metragens portuguesas produzidas numa época em que o formato possuía em Portugal muito menos apoios do que os que são hoje visíveis. Por isso, nem sempre a relativa "visibilidade" desta obra, produzida e realizada por Joaquim Pinto, correspondeu aos seus valores de produção e ao seu inegável interesse ficcional.
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| Cinemamor |
| Jacinto Lucas Pires |
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1999, 19 min.
Joaquim é um romântico empregado de supermercado. Tem como único amigo Gaspar, que fala quase só por citações cinematográficas. Nos tempos livres, passeia-se pela cidade à procura da mulher certa. Mas, quando a encontra, ela atira-se de uma varanda. Segue-se então uma dança como num musical e uma óbvia surpresa. |
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| Uma Abelha na Chuva |
| Fernando Lopes |
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1972, 76 min.
Um universo rural imobilista e opressivo, quebrado por ausências, desencontros ou silêncios, incidindo sobre um casal, Maria dos Prazeres, Álvaro Silvestre. Relação conjugal de compromisso, que é estilhaçada pelo conflito latente das paixões, fraquezas e desejos recalcados...
Integrado no ciclo “PAUSE, Uma Retrospectiva de Cinema Europeu” |
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| Mudar de Vida |
| Paulo Rocha |
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1996. 103 min.
Furadouro, próximo de Ovar. Enquanto Adelino cumpria o serviço militar em África, Júlia casou com o seu irmão Raimundo, como ele pescador.
A luta pela sobrevivência, contra o mar e a tradição, marcam esse conflito amoroso e a paixão que renasce, para Adelino, quando é atraído pela natureza selvagem da jovem Albertina. Terra, mar, homem e progresso interligam-se num drama constante.
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| Recordações da Casa Amarela |
| João César Monteiro |
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1989, 120 min.
Lisboa, 1989: Um pobre-diabo de meia idade vive no quarto de uma pensão barata e familiar, na zona velha e ribeirinha da cidade. Atormentado pela doença, e por vicissitudes de ordem vária, o idiota, que se alimenta de Schubert e, quiçá, de uma vaga cinéfila como forma de resistência à miséria, é posto no olho da rua, após tentativa fruste contra o pudor da filha da dona da pensão.
Sozinho, e privado de quaisquer recursos, vê-se confrontado com a dureza do espaço urbano, e é internado num hospício, de onde sairá por ponderada decisão de homem livre, para cumprir uma missão "rica e estranha" que lhe é indicada por um velho amigo, doente mental como ele: "Vai, e dá-lhes trabalho!".
E aqui para nós, a rir a rir, algum tem dado...
Integrado no ciclo "O Cinema Conta Histórias"
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 | | 1963 | Os Verdes Anos |
Sinopse:
Júlio, de dezanove anos, vem da província para Lisboa, tentar a sorte como
sapateiro. No dia da chegada, um incidente leva-o a conh (...) | | | |
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| 1993 | Vale Abraão |
Sinopse: Vale Abraão é a história de Ema, uma mulher de uma beleza
ameaçadora. Para Carlos, o marido com quem casou sem amor, "um ros (...) | | | |
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