Amor de Perdição
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ficha técnica

Título original:
Recordações da Casa Amarela

Origem:
Portugal

Duração:
120 min.

Local de Estreia:

Realização
João César Monterio

Produção
G.E.R

Obra Original
Guerra Junqueiro
Céline

Argumento
João César Monterio

Actores
Sabina Sacchi
Teresa Calado
Ruy Furtado
Henrique Viana
Luís Miguel Cintra
Duarte de Almeida
Manuela de Freitas
Vasco Sequeira
João Pedro Bénard da Costa
António Terrinha
Maria Ângela Oliveira
Violeta Sarzedas
Madalena Luas
Manuel Gomes
Maria da Luz Fernandes
José Nunes
Ester Caldeira
Ana Banha
Antónia Terrinha
Dona Gina
Helena Ribas
Adamastor Duarte
João César Monterio

Dir. Fotografia
José António Loureiro

Montagem
Helena Alves
Claudio Martinez

Decoração
Luís Monteiro

Dir. Som
Vasco Pimentel

Música
Mozart
Wagner
Schubert
Vivaldi

Canções
Vasco Sequeira
Quim Barreiros

Dir. Produção
Ângela Cerveira
João Pedro Bénard da Costa

Produtor
Joaquim Pinto

Lab. Imagem
Tóbis Portuguesa

Estúdio Som
Konken Ton Studio (Hamburgo)

negativo:
35 mm

som:

base de dados
filmes

 

João César Monteiro em Recordações da Casa Amarela (Col. Cinemateca Portuguesa)
Longa Metragem; 1989
Recordações da Casa Amarela
de João César Monterio
 

com    Manuela de Freitas (Dª. Violeta), João César Monteiro (João de Deus), Sabina Sacchi – dobrada por Inês de Medeiros (Mimi), Teresa Calado (Menina Julieta), Ruy Furtado (Senhor Armando), Henrique Viana (Chefe da Polícia) e Duarte de Almeida (Ferdinando).

João César Monteiro em Recordações da Casa Amarela (Col. Cinemateca Portuguesa)  

Sinopse:

Lisboa, 1989: Um pobre-diabo de meia idade vive no quarto de uma pensão barata e familiar, na zona velha e ribeirinha da cidade. Atormentado pela doença, e por vicissitudes de ordem vária, o idiota, que se alimenta de Schubert e, quiçá, de uma vaga cinéfila como forma de resistência à miséria, é posto no olho da rua, após tentativa fruste contra o pudor da filha da dona da pensão.

Sozinho, e privado de quaisquer recursos, vê-se confrontado com a dureza do espaço urbano, e é internado num hospício, de onde sairá por ponderada decisão de homem livre, para cumprir uma missão "rica e estranha" que lhe é indicada por um velho amigo, doente mental como ele: "Vai, e dá-lhes trabalho!".

E aqui para nós, a rir a rir, algum tem dado...

Festivais e Prémios:

Festival de Veneza 1989 - Leão de Prata

Festival de Dunquerque 1990 - Pémios de Melhor Realização, Melhor Actor Masculino - João César Monteiro, Prémios da Imprensa e do Público

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Associação para a Promoção do Cinema Português