Amor de Perdição
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ficha técnica

Título original:
Saltimbancos

Origem:
Portugal

Duração:
92 min.

Local de Estreia:
Cinema Éden (Lisboa) - 25 de Janeiro 1952

Realização
Manuel Guimarães

Obra Original
Leão Penedo

Diálogos
Leão Penedo

Planif/Seq
Leão Penedo
Manuel Guimarães

Actores
Tina Coelho
Artur Semedo
Jaime Zenóglio
Maria Olguim
José Victor
Fernando Gusmão
Idalina Guimarães
Helga Liné
Manuel Correia
António Rosa
Jorge Tu-Ching
Andrade e Silva
João Fernandes

Dir. Fotografia
Salazar Diniz

Montagem
Manuel Guimarães
Isabel de Sá

Decoração
Frederico George

Dir. Som
Luís Barão

Dir. Produção
Carlos de Arbués

Produtor
Manuel Guimarães

Lab. Imagem
Lisboa Filme

Distribuição
Lisboa Filme

negativo:
35 mm

som:

base de dados
filmes

 

Saltimbancos, de Manuel Guimarães (Col. Cinemateca Portuguesa)
Longa Metragem; 1951
Saltimbancos
de Manuel Guimarães
 

com    Maria Olguim (Miss Dolly), Helga Liné (Delmirinha), Artur Semedo (Tony), José Victor (Felismino), Manuel Correia (Adriani), Jaime Zenóglio (Jesuíno) e Fernando Gusmão (Chico)

"Saltimbancos", de Manuel Guimarães (Col. Cinemateca Portuguesa)  

Sinopse:

O universo subterrâneo e exótico do Circo Maravilhas -- pequeno e decadente, tristonho e dramático na sua miséria, nos conflitos e fatalismo dos velhos artistas, na coragem da veterana trapezista, no trilhar esrrante de uma aventura insolidária, onde o afecto e o companheirarismo rasgam, no horizonte, uma esperança inextinguível.

Observações

Adaptação do romance neo-realista "O Circo", da autoria de Leão Penedo e, cinematográficamente, inspirado no cinema neo-realista italiano.

Prémio do SNI-Serviço Nacional de Informação à Melhor Fotografia, da autoria de Salazar Dinis.

Estreou no Éden, em Lisboa, em 25 de Janeiro de 1952, com escasso êxito de público.

"Em 1951, Manuel Guimarães estreava-se no cinema de fundo com "Saltimbancos" (...). Era um filme simpático, com alguma gente nova no cinema, orçamento reduzido, filmagens em exteriores e nos locais da acção, mas em que o realizador afirmava uma verdadeira sensibilidade, um acentuado gosto plástico, uma capacidade nítida para construir uma atmosfera, embora revelasse algumas fraquezas nítidas no argumento e no découpage."

Luís de Pina, in História do Cinema Português, ed. Europa-América, col. Saber, 1986

 

 
Associação para a Promoção do Cinema Português