Amor de Perdição
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ficha técnica

Título original:
Nazaré

Origem:
Portugal

Duração:
121 min.

Local de Estreia:
Éden (Lisboa) - 12 de Dezembro 1952

Realização
Manuel Guimarães

Produção
Profilmes

Argumento
Artur Semedo
Alves Redol

Diálogos
Alves Redol

Planif/Seq
Manuel Guimarães
Alves Redol

Actores
Artur Semedo
Maria Olguim
Almeida Santos
Jaime Santos
José Victor
Manuel Lereno
Virgílio Teixeira
Helga Liné
Maria José
Luís Augusto
Maria Schulze
Dórdio Guimarães
João Iglésias
Pestana de Amorim

Dir. Fotografia
João Moreira

Montagem
Jorge de Sousa

Decoração
Frederico George

Dir. Som
Enrique Dominguez
Luís Barão

Música
Jaime Silva Filho

Dir. Produção
Carlos de Arbués

Interiores
Tóbis Portuguesa

Exteriores
Nazaré

Lab. Imagem
Tóbis Portuguesa

Estúdio Som
Tóbis Portuguesa

Distribuição
Vitória Filme

negativo:
35 mm

som:

base de dados
filmes

 

Cartaz de Nazaré, de Manuel Guimarães (col. Cinemateca Portuguesa)
Longa Metragem; 1952
Nazaré
de Manuel Guimarães
 

com    Virgílio Teixeira (António Manata), Helga Liné (Maria da Nazaré), Artur Semedo (Manuel Manata), Maria José (Estrela), Luís Augusto (Ti Augusto Mar Ruim), Manuel Lereno (Torcido), Maria Olguim (Ti Isaura) e Maria Schulze (Emília)

Cartaz de "Nazaré", de Manuel Guimarães (col. Cinemateca Portuguesa)  

Sinopse:

A existência dura mas heróica de uma comunidade piscatória. Os seus conflitos e sentimentos individuais, sobressaindo do drama colectico, sempre com o mar em fundo, com poder de destruição ou origem fertilizadora.

O ciclo nascimento-vida-morte é traçado através de diversas personagens, de entre as quais se relata a história de dois irmãos - António e Manuel Manata - um forte e valente, o outro fraco e covarde.

Observações

Filme estreado a 12 de Dezembro de 1952 no cinema Éden, em Lisboa. Foi bastante cortado pela Censura.

Luís de Pina, in "História do Cinema Português", referindo-se a "Nazaré", cujo argumento é da autoria do escritor neo-realista Alves Redol, afirma que "os simbolismos algo literários presentes na acção retiram força à história, que consegue de novo encontar na paisagem nazarena os elementos plásticos necessários à correcta definição visual do enredo". No entanto, "chega a haver algum exagero no processo e Manuel Guimarães não atinge o equilíbrio revelado, anos atrás, por " Maria do Mar", de Leitão de Barros".

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Associação para a Promoção do Cinema Português