notícias I especiais I crónicas I base de dados I festivais I roteiro
ficha técnica

Título original:
Domingo à Tarde

Origem:
Portugal

Duração:
97 min

Local de Estreia:
Cinema Império (Lisboa) - 13 de Março 1966

Realização
António de Macedo

Obra Original
Fernando Namora

Diálogos
António de Macedo

Actores
Isabel Ruth
Júlio Cleto
Miguel Franco
Ruy de Carvalho
Zita Duarte
Rui de Matos
Isabel de Castro
Alexandre Passos
Constança Navarro
Cremilde Gil
Fernanda Borsatti
Serge Farkas
Frederico Berna
Gomes de Sousa
João Martins

Dir. Fotografia
Elso Roque

Montagem
António de Macedo

Dir. Som
João Diogo

Sonoplastia
António de Macedo

Produtor
António da Cunha Telles

Interiores
Tóbis Portuguesa

Exteriores
Lisboa

Lab. Imagem
Ulyssea Filme

Distribuição
Imperial Filmes

negativo:
35 mm

som:

base de dados
filmes

 

Domingo à Tarde, de António de Macedo
Longa Metragem; 1965
Domingo à Tarde
de António de Macedo
 

com    Isabel de Castro (Clarisse), Ruy de Carvalho (Jorge), Isabel Ruth (Lúcia), Alexandre Passos (Preso), Constança Navarro (Velha do Poço), Cremilde Gil (Enfermeira) e Fernanda Borsatti (Maria Armanda)

"Domingo à Tarde", de António de Macedo  

Sinopse:

Jorge, dirige o departamento de Hematologia do Instituto de Oncologia de Lisboa. Um dia, chega Clarisse, que sofre de leucemia em estado avançado. Apaixonam-se. Jorge tenta salvá-la.

Clarisse morre, apesar de todos os esforços de Jorge - que, cada vez mais desencantado, prossegue os seus trabalhos, com experiências de rotina, que sabem serem inúteis...

Observações

"Domingo à Tarde utltrapassa imediatamente as dificuldades surgidas na adaptação e, na sua concepção estética, na sua novidade formal, até na sua ousadia, vai bem mais longe do que, no plano literário, o romance de Fernando Namora. Ainda com uma forte componente experimental, é obra fria, neutra, dominada pela morte que persegue a personagem do médico no seu trabalho do Instituto de Oncologia, e fornece a Macedo amplas oportunidades para revelar o seu interesse pelo mundor - ele também, figura em certa medida, marginal e de gostos esotéricos - conseguiu dominar, melhor do que os outros, certas deficiências técnicas e, servindo o livro, deu dele uma adaptação que à generalidade do público pareceu singularmente escorreita.

João Bénard da Costa, in Histórias do Cinema, Sínteses da Cultura Portuguesa, Europália 91, Imprensa Nacional-Casa da Moeda, Lisboa

Festivais

Festival de Veneza 1965 (Itália) - Diploma di Merito
Festival de Cinema do Rio de Janeiro 1965 (Brasil)
Prémio da Casa de Imprensa em 1966
Prémios Plateia 1966 - Melhor Realizador, Melhor Actor (Ruy de Carvalho), Melhor Actriz (Isabel de Castro)

 

 
Associação para a Promoção do Cinema Português