Amor de Perdição
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ficha técnica

Título original:
O Pátio das Cantigas

Origem:
Portugal

Duração:
125 min. (registo censura: 105 min.)

Local de Estreia:
Eden (Lisboa) - 23 de Janeiro de 1942

Realização
Francisco Ribeiro (Ribeirinho)

Argumento
António Lopes Ribeiro
Vasco Santana
Francisco Ribeiro (Ribeirinho)

Diálogos
António Lopes Ribeiro
Vasco Santana
Francisco Ribeiro (Ribeirinho)

Assist. Realização
Perdigão Queiroga

Actores
João Guerra
António Silva
Vasco Santana
Maria das Neves
Regina Montenegro
Armando Machado
António Vilar
Francisco Ribeiro (Ribeirinho)
Barroso Lopes
Eliezer Kamenescky
Graça Maria
Maria Graça
Laura Alves
Carlos Otero
Carlos Alves
Maria Paula
Joâo Silva
Reginaldo Duarte
Casimiro Rodrigues
Armando Pedro
Pereira Saraiva

Dir. Fotografia
J. César de Sá

Imagem
Perdigão Queiroga

Montagem
Vieira de Sousa

Decoração
Roberto Araújo

Dir. Som
Luís Sousa Santos

Música
Frederico de Freitas

Canções
Frederico de Freitas
Carlos Flores
Eliezer Kamenescky

Produção Executiva
António Lopes Ribeiro

Produtor
António Lopes Ribeiro

Interiores
Lisboa Filme

Exteriores
Lisboa

Lab. Imagem
Lisboa Filme

Distribuição
SPAC - Sociedade Portuguesa de Actualidades

negativo:
35 mm

som:

base de dados
filmes

 

Cartaz de O Pátio das Cantigas, de Francisco Ribeiro (col. Cinemateca Portuguesa)
Longa Metragem; 1941
O Pátio das Cantigas
de Francisco Ribeiro (Ribeirinho)
 

com    António Vilar (Carlos Bonito), Maria das Neves (Senhora Rosa), Vasco Santana (Narciso), Francisco Ribeiro/Ribeirinho (Rufino), António Silva (Evaristo), Graça Maria (Suzana), Maria da Graça (Maria da Graça), Laura Alves (Celeste) e Barroso Lopes (João Magrinho).

Cartaz de "O Pátio das Cantigas", de Francisco Ribeiro (col. Cinemateca Portuguesa)  

Sinopse:

Os sonhos, dissabores, paixões, ciúmes e alegrias de uma pequena comunidade de um popular pátio lisboeta. Alfredo, um bom rapaz, irmão do estouvado Carlos Bonito, que namora a frívola Amália e é amado pela pensativa Suzana, sua irmã; Narciso, bêbado crónico e "virtuoso" da guitarra, pai de Rufino, seu "tutor" e sócio da leitaria; a senhora Rosa, viúva fresca e florista, disputada por Narciso e o maniento Evaristo.

Observações:

Único filme realizado por Francisco Ribeirinho, o popular Ribeirinho, irmão de António Lopes Ribeiro. Nele se encontrariam pela primeira vez no cinema Vasco Santana, António Silva e o próprio Ribeirinho.

Estreou no cinema Eden, em 23 de Janeiro de 1942. É um dos grandes clássicos da comédia portuguesa dos anos 30-40. Além de ser um grande actor, Ribeirinho foi também um grande encenador teatral.

"(...) E os melhores momentos visuais de O Pátio (filme mais irregular do que "O Pai Tirano", mas com melhores achados de mise-en-scène) apontam-nos iniludivelmente a presença desse encenador. O aproveitamento do espaço do Pátio (recriado em estúdio), as relações entre os vários espaços horizontais e verticais dele, são ideias oriundas de uma tradição de teatro da revista mas trabalhadas em função do espaço cinematográfico, revelando uma aguda consciência do tempo e do jogo das situações que caracterizaram também as melhores encenações de Ribeirinho."

João Bénard da Costa, in Histórias do Cinema, ed. Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 1991.

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Associação para a Promoção do Cinema Português